Levitação

 

Caros leitores, 


Na reunião de hoje, quarta-feira dia 12/10/2017, apresentamos um tema que oscila entre a polêmica e o misticismo. A levitação é o tema que a parapsicóloga Márcia Cobero, em conjunto a outros renomados profissionais, explicam como esse fenômeno parapsicólogo de efeito físico pode realmente acontece e quando é uma ilusão.

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Levitação

FFenômeno em que a pessoa sustenta o próprio corpo no ar sob a ação da Telergia. Sempre do próprio corpo e nunca levitando o corpo de outra pessoa. Por levitação, designa-se o levantamento- acompanhado ou não- de um movimento de transladação do corpo humano no espaço.

Truques de levitação são inúmeros e com várias técnicas de realização. Mas existe a levitação autêntica. Os maiores dotados de fenômenos parapsicológicos de todos os tempos pesquisados, raramente conseguiram levitar-se. Entretanto, se julgarmos os resumos das experiências, vemos que D.D. Home, Stainton Moses, Eusápia Paladino e outros menos afamados tiveram levitações. As mais completas, as mais observadas e as mais extraordinárias, foram certamente as de Daniel Dunglas Home.

Em nenhuma levitação, considerada autêntica, sem truque, é levantada outra pessoa. Só pode levitar-se o próprio dotado. Outra pessoa só será levitada, se o dotado atuar sobre o instrumento onde aquela estiver sentada, como uma cadeira por exemplo. É que o ser humano pode atuar parapsicologicamente, por força física sobre si mesmo, não sobre outra pessoa.

Muitos casos de autêntica levitação aconteceram e acontecem em ambientes sem conotação de nenhum tipo de religião. Ou, em outras palavras, na mais diversa variedade de conotações religiosas: católica, protestante, hindú, maometana, demoníaca, espírita, ocultista, etc.

O conjunto de todos os casos, principalmente dentro da hagiografia católica, onde o fenômeno mais se verifica, é de valor incontestável em prol da existência da levitação. Exceto raras ocasiões, as levitações dos santos se deram em plena luz do dia. Nunca existiu por parte do santo (místico), o desejo de impressionar ou de atrair a atenção sobre o que estava se passando. Possuímos, pelo contrário, muitas provas de que os expostos a estes êxtases, fizeram o possível para ocultar o fato às demais pessoas. Sua humildade sentia-se ferida pela atenção que atraia e pela veneração de que era objeto. Casualmente suas levitações foram observadas por uma ou mais pessoas.

Alguns parapsicólogos modernos da chamada escola norte-americana negam a levitação, inclusive o veredito da verdade histórica, ou existência científica, simplesmente pelo fato de não se ter medido com estatística matemática, em laboratórios. É simplesmente ridículo: em laboratório e por estatística matemática, poder-se-ia obter alguma ótima confirmação em mínima escala, de que todas ou quase todas as pessoas tem algumas mini-manifestações iniciais ou vislumbre de faculdades parapsicológicas. Mas, verdadeiros fenômenos parapsicológicos, principalmente de efeitos físicos, jamais poderão ser obtidos em laboratório e menos ainda com a frequência que exige a estatística matemática.

Querer submeter a História, a Parapsicologia, como ciência e como verdade, à estatística matemática e laboratório, é um erro gravíssimo. É o cientista que deve adaptar-se às exigências da realidade e não a realidade aos preconceitos de determinados “cientistas”. Em outros ramos da ciência, por exemplo, físicos, é possível; nos psíquicos e principalmente nos parapsicológos, certamente não o será.

O fato da levitação é um assunto muito apto para a verificação, porque existindo, não requer testemunhos de peritos para comprová-lo.É só chegar perto e rodear com as mãos e braços o corpo da pessoa levitada e verificar se não há fios ou suportes. Qualquer pessoa (de boa fé) pode verificar… A cura de um cego, a de um tumor maligno-canceroso e em outros casos, a revitalização de um morto, oferece maior dificuldade de verificação, necessitando de peritos.

Seria ilógico admitir, de um lado a telecinesia, e de outro, negar a levitação, dadas as conexões comprovadamente estreitas entre as duas categorias de fenômenos.

É conveniente frisar que a levitação não pode ser apresentada como um dos milagres exigidos para a beatificação ou canonização. Após o processo sobre a heroicidade das virtudes como testemunho divino em prol da santidade de um servo de Deus, os milagres hão de realizar-se após sua morte.

A Levitação poderá ser exercida por alavancas ectoplasmáticas apoiando-se no chão. Por esta teoria mecânica, a gravidade seria equilibrada por uma força igual dirigida de baixo para cima. Por ectoplasma se entende a energia corporal exteriorizada e visível. Não conhecemos nenhum caso de levitação autêntica na qual se tenham visto o ectoplasma.

Embora os autores melhor informados não sejam unânimes na explicação, parece que a explicação por telergia é não só a preferida, senão também a mais plausível entre todas as aventadas.

De fato, se um médium em estado de transe é capaz de soerguer uma mesa, uma cadeira, um objeto qualquer através da transformação e exteriorização invisível da sua energia somática (ás vezes visível, ectoplasma), que chamamos telergia, não poderia com a mesma força aplicada, não já à mesa, mas a si mesmo?

O estado de transe e de êxtase (A diferença entre transe e êxtase é mais oral que real; ambos são efeitos somáticos do “entusiasmo” interno) facilita a liberação da telergia comandada pelo psiquismo inconsciente. Não existe nenhuma contradição na aplicação da telergia no próprio corpo, da mesma maneira que atua sobre qualquer objeto. E, da mesma maneira, que na telecinesia, os objetos nunca golpeiam diretamente outras pessoas (só se for por ricochete-indiretamente); a levitação só pode ser do próprio corpo do dotado e não do corpo de outra pessoa. (se vir alguém levitar outra pessoa, já saiba de antemão que é truque).

Compreende-se que a levitação venha acompanhada por outros fenômenos se estes se devem à telergia. É comum um fenômeno telérgico vir acompanhado de outro também telérgico, por exemplo: telecinesia, acompanhada de luzes (fotogênese), de pancadas (tiptologia), de odores (osmogênese), etc.

São Bernardino Realino, estando levitado, estava cercado de luz: É mesma telergia que se manifesta de modos diferentes, na levitação ou na fotogênese.

Torna-se mais plausível supor que a levitação provenha da criação-afirma Robert Toquet de um campo de força eletromagnética, oposta à gravidade.

Não é impossível que um efeito de antigravitação ou mesmo de antimassa, seja, pela sua interpretação, a base das levitações. Essa energia física, qualquer que seja, capaz de provocar esse efeito antigravitacional no homem, é incluída no que, sem mais determinação, chama-se de telergia”.

Por: Lindomar Cachoeira Escritor Hipnólogo Parapsicólogo Mestre em Reiki Palestrante Motivacional Programador Neurolínguístico.

Fonte: http://motivandovoceparapsicologia.blogspot.com.br/2012/03/parapsicologia.html

Revista de Parapsicologia números: 1,9,14,15,16,19,21,23,24,25,26,28,29,30 elaborada pelo CLAP-Centro Latino Americano de Parapsicologia. Autores: Oscar G. Quevedo S.J, Jayme J. Roitman, Sérgio Gobetti,Pablo Garulo, Márcia Regina Cobêro, José Lorenzatto, Pe. Jayme de Moura Pereira, Pe. Jayme de Moura Pereira.

Paz Profunda!

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* Responsabilidade escrita, revisão, edição – Discípulo Elias

* Digitação, revisão – Patricia Kelly Hasselmann

Fraternalmente,

Grupo Fraternidade EMC.

Trabalhando por uma Humanidade mais Feliz!

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